
O Amor Tudo Mata quando Morre
Eu morro dia a dia, sabendo-o, sentindo-o, com a morte do amor em mim. Esvaiu-se, ensandeceu, partiu, espécie de sol sepultado por mãos ímpias, numa cratera de lua, algures, ou na tristeza de um retrato emudecido pela ausência de vozes em redor. Sem ele, a casa ficou deserta de risos,



