Flutuando entre alegrias bobas e tristezas bem fundamentadas.

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Marcos Daniel

Há mais de 50 anos decifrando indiferenças

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O Muro

Existe um tempo, e é bem esse agora, em que o ser humano, consciente de sua condição de ser humano, tem que tomar decisões sobre seu grande futuro. (…) Eu por exemplo cheguei a um muro que representa um grande dilema a ser interpretado e resolvido. Devo saltar o muro

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Ruína

Um monge descabelado me disse no caminho: “Eu queria construir uma ruína. Embora eu saiba que ruína é uma desconstrução. Minha ideia era de fazer alguma coisa ao jeito de tapera. Alguma coisa que servisse para abrigar o abandono, como as taperas abrigam. Porque o abandono pode não ser apenas

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2.467

O menino chega em frente às ruínas da casa. Na rua deserta nada esta como antes e tudo é ruína. Chega até o portão-ruína e lança um olhar para dentro do terreno-ruína. Tenta lembrar, tenta entender, tenta esquecer. Ruína. Olha para a rua-ruína, o canteiro-ruína, o ponto de táxi, ruína.

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Gostável

“Não é possível que você goste de mim. Eu diria até que é duplamente impossível. Primeiro bem simples: eu não sou uma pessoa gostável, não mesmo. E isso já inviabiliza a coisa toda Segundo porque, ao contrário do não-gostar, o gostar de alguém – por mais gostável que esse alguém

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Tal e qual um coração

Meteu-se em mangas de camisa e bermuda. Calçou o chinelo de dedo. O joelho doía pra cacete, mal conseguia arrumar a mochila, mas sabia que era preciso. Da outra vez ficara horas esperando atendimento no PS do Santa Rita, assistindo aquele maldito canal de vendas, como era mesmo o nome?

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